Campanha de desarmamento? Legal, sempre fui à favor. Acredito, jurava que seria uma boa saída. Mas parece que não é. Foram divulgadas várias pesquisas ao redor do mundo, afirmando que essas campanhas aumentam os índices de violência. Como? Haaa? Isso mesmo! Resumindo: os criminosos aproveitam que a população está desarmada para assaltar, afinal de contas, não terá reação. Sem dúvida é uma lógica simples. Portanto, a campanha de desarmento seria um tiro pela culatra. Leia os exemplos: O governo australiano gastou 500 milhões de dólares numa campanha nacional de desarmento. E como resultado adquirido, em média, um aumento de até 50% no índice de violência. Nos estados americanos que são contra e proibem o desarmento, os índices de violência são menores. Washington, que teve uma série de intensas campanha de desarmamento, se tornou a cidade mais violenta dos E.U.A. Na Inglaterra houveram casos semelhantes. Há quem acredite que essas pesquisas são uma farsa. Campanhas mentirosas, financiadas pela NRA (National Rifle Association – www.nra.org). Sabe lá quem está mentindo. O importante é saber os dois lados da moeda. Dia 23 de outubro o nosso país vai debater a questão, armas. Proibir ou não? Vale lembrar que a maior parte das armas no Brasil são de origem duvidosa, leia-se, ilegais. Logo, será que vai mudar alguma coisa? Talvez o famoso ator e presidente da NRA, Charlton Heston, esteja rindo da sua cara. Talvez não.
Roberto Pantoja (Demorô)