Começo de relacionamento… é mesmo uma merda! Conhece alguém, especial, bate um lance, uma química, uma vontade de ver de novo. Então começa: orgulho, ciúme, joguinhos. “Hummm não vou ligar hoje!”, “Ela pode pensar sou chiclete!”, “Se encontrar ela por acaso não tento nada”, “Se não… isso”, “Se não… aquilo”. E todas aquelas atitudes deploráveis e independentes de idade. O ser humano e seus vícios, comportamentais. Erramos e não aprendemos. Tentar nunca mais! E depois? Ninguém é suficientemente bom! E esquecemos como pode ser bom tentar de novo, e errar também. No final o tempo passa, ninguém liga e o orgulho ganha. Ele sempre ganha. E aquela pessoa que você teve um dia especial, “o chão tremeu”, se torna apenas “aquela pessoa”. Como seria bom sentir algo e expressar. Vivemos de mentiras, de omitir sentimentos, desejos. Qual o problema em falar: “eu te amo”, “nunca senti isso antes”, “to me sentindo tão bem ao seu lado”, etc. Tão triste, e vamos continuar mentindo para nós mesmos, sozinhos, e na maioria das vezes acompanhados da pessoa errada. Se vamos aprender com o erro? Nunca.
Roberto Pantoja (Demorô)
Comentários
Trackback