bruxelas

 

Para quem chegar de trem, verá uma estação (central) relativamente moderna (estava sendo reformada), mas quando sair verá, talvez, a cidade mais rica da Europa. Parece ser habitada por executivos, afinal é a sede adminstrativa da União Européia e todo mundo usa terno e gravata. Os carros são incríveis, o pior carro é uma BMW. O povo é  culto, educado e prestativo.

 

Reserve antes um albergue ou hotel. pois para encontrar um lugar para dormir é muito, mas muito díficil. Evite chegar na cidade no fim-de-semana, muitos jovens vão prá lá curtir uma balada, por isso fica mais difícil de se hospedar, fiquei 12 horas procurando um lugar para dormir.

 

A cidade parece feita de concreto, com prédios lindos e enormes. A arquitetura em geral é contemporânea, e perdidos no meio dos prédios high-tech estão igrejas e pontos turísticos históricos. O parque de Bruxelas (pequeno) fica ao lado do Palais Royal, um lindo palácio. A maioria dos Pontos turísticos estão a uma distância razoável, é possível ir a pé, apenas a escultura Atomium fica distante, nos arredores da cidade, mas vale a pena ser vista, impressiona.

 

No centro, perto da estação central existem várias igrejas e estátuas, dentre elas destacam-se a de Dom Quixote e Sancho Pança e outra de Miguel de Servantes sentado em uma fonte. A uns cem metros o ponto turístico mais famoso da cidade, Grand Place, famoso pois na primavera enchem a praça de flores.

 

Você vai acabar comendo na rede belga de fast-food Quick, um Mc Donalds mais barato e tão ruim quanto. Enão esqueça de comer um waffle, criação belga e comida típica do país, delicioso.

 

A cidade é mais cara do que o normal na Europa e tem poucas atrações, é possível conhecé-la em poucos dias. Apesar da cidade ser povoada por adultos executivos (nada de mendigos e pessoas pobres), você irá encontrar vários grupos de jovens punks e skatistas no meio de uma cidade séria. 

 

Roberto Pantoja (Demorô)