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A Era do Gelo 3

June 30, 2009 by admin  
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a era do gelo 3

Um jornalista do The New York Times foi convidado pelo diretor de Titanic, James Cameron, para assistir a 15 minutos do seu revolucionário novo filme Avatar. A produção usa uma tecnologia 3D de projeção que demorou oito anos para ser criada pela equipe de James Cameron, fontes seguras afirmam que já é o filme mais caro da história. Até aí tudo bem, afinal a visita do reporter é um procedimento padrão, que os estúdios usam para a divulgação dos filmes. O que mudou foi o que ele escreveu sobre a “experiência” no jornal. Segundo o crítico, ao assistir ao filme ele sentiu que estava participando daquele universo, o seu cerébro percebeu as imagens como uma memória e no dia seguinte teve a impressão que realmente esteve naquele universo. Como um sonho, disse ser uma experiência única que ira mudar para sempre a experiência de ir ao cinema.

A Era do Gelo 3 em 3D é assim, é tudo menos cinema, é uma experiência. Não parece que estamos em uma sala de cinema, parece que estamos em uma atração de um parque de diversões. Durante a sessão a boca fica aberta, o rosto maravilhado, aquilo tudo não parece ser real. A atração supera em muito a última atração em 3D, Monstros Vs Alienigenas, que ainda tem cara de cinema. A tecnologia utilizada pelos estúdios Blue Sky comandada pelo brasileiro Carlos Saldanha impressiona e da uma dica de como vai ser Avatar. Não perca tempo e vá correndo ao cinema experimentar o filme A Era do Gelo 3. Lembre que a experiência só existe nos cinemas com tecnologia 3D digital.

Roberto Pantoja (Demorô)

Coitado do Théo Becker.

June 24, 2009 by admin  
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theo becker

Théo Becker é o cara do momento, é o cara dos 15 minutos de fama. Para quem não o conhece, Théo é um sujeito que participava do programa A Fazenda,  uma cópia de um reality show gringo. Sua personalidade é um tanto especial, não parece, mas é um cara carismático, com uma auto-estima absurda e com um temperamento, digamos… explosivo. A sua participação fez o programa “estourar”, não se fala em outra coisa, a audiência da Record bateu todos os recordes e os seus videos no YouTube são os mais assistidos do Brasil.  O problema é que ele foi mandado embora do programa nesta semana e por opção do público.

Tenho uma teoria para isto, o público brasileiro se espelham nos coitados, nas vítimas. Théo Becker não era assim, ele é um cara que sabe muito bem onde quer chegar, é um cara decidido, confiante, não uma vítima. No Brasil ninguém pode ser diferente, ser crítico, ter personalidade ou então é “tirado do ar”. Todos os ganhadores de Reality Shows brasileiros são coitados e/ou vítimas, não existe espaço para vencedores, para pessoas de sucesso. O Brasil vira as costas para o sucesso e despreza os bem sucedidos. O programa A Fazenda perdeu sua graça, Théo Becker é mais uma vítima das vítimas brasileiras.

Assista abaixo as inúmeras confusão arrumadas por Théo.

Roberto Pantoja (Demorô)



Acredite em você, você pode tudo!

June 24, 2009 by admin  
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fortuna e felicidade

Me recordo de quando era crianca, achava que o mundo era um lugar limitado, fui criado assim, como todos nós, pelo menos a maioria. Lembro de observar outras crianças com mais dinheiro e não conseguia entender porque as coisas eram assim. Só entendia que algumas tinham melhores carros e tênis e outros não. Almejava ter aquela vida de abundância, mas não fazia idéia como.

Aos dez anos de idade fazia planos para enriquecer, bolei um plano que iria guardar a maior parte do meu salário e assim juntaria o máximo possível, aquele plano parecia infalível. O problema foi que depois que fiquei um pouco mais velho descobri o quanto as pessoas ganhavam e custavam as coisas, sendo assim o meu plano não fazia o menor sentido, as contas não batiam. Percebi que mesmo com um excelente salário era impossível guardar o suficiente para ter uma vida de abundância, afinal vários bens de consumo custavam vários e vários anos de trabalho. Aquilo não fazia sentido, assim cheguei a seguinte conclusão: é impossível ser rico!

Tudo aquilo me incomodou muito e passei a pensar que a vida era injusta e como eram sortudas aquelas crianças que já nasceram ricas. Não existia uma solução, fui criado com meus pais dizendo que a vida era muito difícil, que era preciso se esforçar, trabalhar e estudar muito para conseguir alguma coisa, para conseguir o mínimo, para ser classe média. Lembro do meu pai dizendo o quanto trabalhava, que eram 16 horas por dia e 80 horas por semana. O pior de tudo, era que o que ele dizia fazia sentido, afinal ele é médico e muitas vezes dava plantão até mesmo no Natal. Mesmo assim as palavras do meu pai não faziam sentido para mim, não eram o que queria para minha vida e nem sequer chamava aquilo de vida. Aquilo me incomodava, parecia que ser rico era algo genético, assim como a igreja católica no século IX impôs aos camponeses a acreditarem que os senhores feudais eram ricos graças ao destino, tinham nascido assim. Aquilo ficou marcado na história, de certa forma nos nossos genes e por isto estava predestinado a ser uma pessoa comum, a ser mais um.

Sempre questionava meu pai sobre a riqueza dos outros e ele afirmava que eram pessoas que faziam partes de comunidades associadas ao comércio, a riqueza, como os judeus e os árabes. Esta visão do mundo não me convencia, não acreditava que alguém estava predestinado a ser pobre, classe média ou rico. A visão de meu pai e de toda minha família estava associada as suas experiências de vida. Como o exemplo do meu avô paterno que foi um self made men, que saiu do nada para educar todos os filhos para que fossem médicos, uma profissão respeitada. Já meu pai fazia medicina, trabalhava à noite e depois de formado teve que trabalhar 16 horas por dia para nos educar, a mim e aos meus três irmãos. A família da minha mãe então nem se fala, minha avó materna criou oito filhos a duras penas e minha mãe sempre trabalhou e estudou, cuidou de nós e toda família, tanto financeiramente quanto emocionalmente. Logo que outra visão eles teriam do mundo? Tudo é uma questão de compreensão, tudo são experiências de vida, se a sua vida foi de uma maneira como você poderá falar sobre uma vida da qual você nunca fez parte? Demorei anos e anos para compreender que meus pais não queriam diminuir meus planos, mas sim queriam o meu bem, mas da única maneira que eles conheciam.

Depois de muitos e muitos anos tive o meu primeiro contato com a realidade, com a verdade e aconteceu com a leitura de um livro. Nele tinha uma história que me fascinava, contava a história de como ficar rico. Esta questão é mesmo superficial, mas foi o tema que me abriu as portas para o conhecimento, para como funciona o mundo. Aquele livro me despertou, foi uma faísca e assim que o terminei passei a comprar diversos livros com temas semelhantes. Comprei ao longo dos anos dezenas deles e a maiora tinha algum ensinamento importante e alguns deles grandes verdades. Depois de muito tempo cheguei a seguinte conclusão: nesta vida tudo se aprende, tudo se conquista, não existe destino, não existe sorte, não existe genes da riqueza, tudo que existe é o conhecimento e ele esta disponível para todos. Se o que você almeja não é dinheiro ou poder, não importa, pois tudo que você quiser está disponível e para isso basta você querer.

Continua…

Este é o primeiro ensaio de um livro…

Roberto Pantoja (Demorô)

Era uma vez a Fórmula 1!

June 19, 2009 by admin  
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f1

O presidente da Fórmula 1 Max Mosley aprendeu uma grande lição no dia de hoje, tenha cuidado com as suas palavras. Ao mencionar que a próxima temporada da corrida mais famosa do mundo teria um teto orçamentário, jamais imaginou que as escuderias iriam virar as costas para o evento.

As pessoas ao chegarem a um patamar de poder tem a falsa impressão que as suas palavras jamais serão contestadas. Max Mosley é duro na direção da F1, o que vinha irritando as escuderias, que deram um ponto final ontem e resolveram acabar com o evento e criar um novo.

O contrato acaba este ano e o novo evento irá começar no ano que vem, a F1 só tem ao seu lado a Williams e algumas escuderias sem importância.  Seu erro foi esquecer que a competição só existe graças aos patrocinadores e não a ele. Hoje é um dia histórico, é o anúncio do fim, é o dia de um dos maiores erros da história, um erro do ego.

Roberto Pantoja (Demorô)

O maior 4 de julho da história de San Diego!

June 19, 2009 by admin  
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kim jong

O ditador Kim Jong ll fez uma ameça para os EUA se preocuparem, avisou que irá lançar um míssil no país no dia 4 de julho. O alcance dos mísseis do ditador só vão até à Califórnia (na melhor das hipóteses), é provável que seja na mais famosa festa da independência do país, nas praias de San Diego.

O secretário de defesa americano Robert Gates está enviando tropas para o Hawaii, no caso da ameça se concretizar. Provavelmente é mais uma chantagem da Córea do Norte para conseguir alimento e energia da comunidade internacional, como faz há 20 anos. Fique ligado, nos próximos dois anos ocorrerá a primeira guerra do Mister Obama, seja contra a Córeia do Norte, seja contra o Irã. Tomara que ele se livre desses buracos como fez com a mosca.

Roberto Pantoja (Demorô)

De trás para frente.

June 12, 2009 by admin  
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brasil

Durante muitos anos acreditei que o futuro de um país estava na educação, que eram necessários muitos e muitos anos para uma nação atingir o desenvolvimento, afinal seus habitantes teriam que primeiro serem reeducados desde a infância. Ao viajar pela Ásia descobri que isso é uma grande mentira.

Países como Cingapura, Malásia, Emirados Árabes e muitos outros, fizeram o caminho oposto. Apostaram em outras políticas de Estado para o crescimento da nação. Nestes casos, preferiram apostar em infraestrutura, ou seja, na construção de estradas e pontes de primeira linha, sistema ferroviário, sistema de transporte público, metrô, bases de energia elétrica e de água confiáveis, aeroportos e portos ultramodernos; e depois apostaram na desburocratização, diminuição das taxas de importação e de impostos.

Com essas políticas houveram uma injeção descomunal de investimentos estrangeiros e com o os impostos recolidos, aí sim houve um investimento em educação. Com esse política de trás para frente os países poderam finalmente crescer. Este processo poderia ser repetido no Brasil.

As empresas não investem no Brasil por diversas razões: ninguém vai investir em um país que a luz pode acabar a qualquer momento, que a água é contaminada, que os aeroportos não dão conta do número de aviões, que as estradas são esburacadas, que o sistema ferroviário é capenga, que os portos não suportam o número de cargas, que demora dias para um conteiner ser liberado, que tudo precisa ser comprovado por um cartório, etc… Isto causa um custo enorme de logistíca para as empesas, que ganham dinheiro com prazos e por isso preferem investir em países mais acessíveis. Não por acaso não temos produtos e serviços existentes em qualquer país do mundo, de carros à sites da internet. Sem infraestrutura não existe desenvolvimento e nem educação.

Roberto Pantoja (Demorô)

A reinvenção da roda.

June 10, 2009 by admin  
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roda

O mundo gira e gira, em algumas partes em um ritmo mais lento e em outras roda forte à beça. Já em algumas regiões o futuro já chegou e em outras o passado ainda reina. Agora, sempre pergunto porque as pessoas que moram em regiões que o mundo gira lentamente não vão até as regiões em que ele gira na velocidade da luz? Não seria uma maneira mais rápida de aprender as coisas? De pular fases?

As pessoas vivem perguntando em como seria uma viagem no tempo, será que elas não sabem que ela já existe? Basta uma pessoa da Europa visitar os EUA ou um americano ir conhecer Tokyo. O futuro é logo ali, a máquina do tempo chama-se avião. Para saber como será o futuro do Brasil basta comprar uma passagem e viajar pelo mundo.

Esta é, sem dúvida, uma maneira de aprender mais rapidamente, afinal para que redescobrir a Lei da Gravidade se ela já existe? Vejo as políticas de Estado do nosso país, eles tentam o tempo todo reinventar a roda, mas para que se ela já existe? Fazem isso com tudo, a última foi a política do Ministério da Educação que irá dar um 14° salário aos professores que conseguirem notas melhores de seus alunos. A idéia parece interessante, mas já foi utilizada há dezenas de anos nos EUA e ela foi um fracasso. Será que o ministro da educação não lê livros?

Nos Estados Unidos os professores davam colas para os alunos, ensinavam somente o conteúdo da prova e até mesmo corrigiam as provas antes de as entregar para os avaliadores. Tudo para conseguir os benefícios do governo. Porque repetir uma idéia fracassada? O problema do crack foi exterminado dos EUA há 20 anos, as leis trabalistas ficaram flexíveis há muitos anos na Europa, a taxa de importação ficou quase igual à zero em Cingapura e a taxa de juros é mínima em diversos países. Porque reinventar a roda? Ela já existe e é logo ali. Abra um livro, abra a sua cabeça e viaje no tempo.

Roberto Pantoja (Demorô)

Cracolândia

June 8, 2009 by admin  
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crack

Era uma vez, em um reino muito distante chamado Estados Unidos da América. E neste reino do norte surgiu há 30 anos uma porção maligna chamada crack. Está substância acabou com todo o reinado e desencadeou um enorme problema social. Graças a este feitiço a violência aumentou em proporções homéricas, várias vidas foram ceifadas e famílias inteiras destruídas. A história acabou tendo um final feliz, porém com um duro ensinamento e políticas de Estado.

A história se repete em um reino mais ao sul chamado Estados Unidos do Brasil. O feitiço é ainda novo, chegou agora pouco, em menos de dez anos e está se popularizando rapidamente. O grande problema é que as políticas de Estado utilizadas no reino do norte não poderão ser usadas neste reinado, por ter um povoado religioso e conservador.

Andando pela capital do reinado encontrei um pobre viciado neste feitiço. Ele me pediu algumas moedas de ouro para continuar consumindo a porção. Era um jovem de bom feitio, de alguma classe abastada, andava com nobres trajes, mas a sua feição estava disfigurada pelo uso do feitiço. Pelo visto vai-se mais uma vida, assim como muitas outras foram-se no reino do norte. O povoado ainda não tem idéia da tragédia que será, mas logo logo vão descobrir. Espero que as medidas tomadas pelo rei sejam urgentes.

Roberto Pantoja (Demorô)

O fim da velha economia.

June 2, 2009 by admin  
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futuro verde

Há oito anos, todos apostavam no fim da velha economia, baseada em produtos e bens reais. Empresas capitalizadas em edifícios sólidos, em arranha céus e produtos reais. Velhos investidores mostraram-se sábios ao alertar que as empresas de tecnologia eram algo fictício. A confirmação veio em 2001, quando ocorreu o estouro ba bolha da internet e as ações da NASDAQ despencaram, aí sim todos passaram a acreditar e respeitar Warren Buffet.

Este ano acorreu o oposto, a velha economia ruiu. Os investimentos sólidos, como o mercado imobilhário e os tradicionais bancos quebraram como gravetos. Os velhos sábios, como Warren Buffet, viraram motivo de piada pela segunda vez e hoje podemos ver com clareza que eles realmente estavam errados. A nova economia está florecendo e a velha está com seus dias contados.

Os jornais e a televisão despencaram sua audiência, até mesmo em países subdesenvolvidos. A internet virou um monstro, devorando todas as fatias de mercado. As empresas de tecnologia, as desenvolvedoras de software (softhouses), os videogames e as empresas de biotecnologia deram lugar as empresas tradicionais. Hoje o capital intelectual  e os Recursos Humanos (RH) são a base de uma empresa.

O mundo mudou e mudou para melhor. O intelecto é a peça fudamental para a evolução da humanidade, os trabalhos básicos estão sendo substituídos por máquinas. O entreternimento, o ócio criativo e a qualidade de vida são as palavras de ordem. A velha mídia e a velha economia vão morrer ou mudar. Os jornais em papel vão acabar, os carros vão sumir e o trabalho manual vai acabar. Esqueça a GM, esqueça o Citibank, esqueça a Shell, são empresas ultrapassadas, sujas e burras. O futuro é verde, limpo e inteligente. Bem vindo.

Roberto Pantoja (Demorô)

Brasil comunista?

June 1, 2009 by admin  
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eixo do mal

O governo Lula enviou uma delegação para Pyongyang, capital da Coréia do Norte, para a abertura da embaixada brasileira no país. Lula está fechando os últimos acordos para a entrada da Venezuela no Mercosul.O “presidente” do Irã iria fazer um visita ao país. Segundo a DataFolha, 47% dos brasileiros aprovam a mudança da constituição para legalizar um terceiro mandato. Saiu na CNT/Sensus que 69,8% do povo brasileiro aprovam o governo Lula. Será  que existe alguma coisa errada?

Os aliados do presidente Lula são todos ditadores comunistas, formado por um grupo de renegados. Os Estados Unidos e as Nações Unidas estão tendo diversos conflitos com os países que integram o “eixo do mal” e Lula está aproximando-se dos mesmos? O que Celso Amorim e Lula querem com isso? Acabar de vez com a diplomácia brasileira? O Brasil não está tornando-se uma potência, mas sim tirando todas as chances de tornar-se uma. O que aconteceu com o Brasil? O que aconteceu com os brasileiros? Alguém sabe o que aconteceu com esse país?

Roberto Pantoja (Demorô)

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