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Sociedade efêmera…

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Pessoas com mais de 50 anos não conseguem entender seus filhos e a sociedade moderna, não entendem porque tiveram uma vida dura, tiveram que comer o pão que o diabo amassou para chegar onde chegaram e principalmente não entendem que o mundo mudou!

Nos últimos dez anos quase a totalidade do mundo está se beneficiando da abundância que a tecnologia trouxe, o que vemos hoje é um mundo cada vez mais fácil, com mais oportunidades e preços cada dia mais baixos. Hoje não é preciso matar um leão por dia para ter comida na mesa, hoje as pessoas matam um leão para viajar para Europa ou comprar o carro dos sonhos. A vida melhorou, na verdade, a vida nunca esteve tão fácil.

A geração dos baby boomers não entendem a geração Y, que ao invés de lutar por melhores condições de trabalho, lutam por qualidade de vida. Está divergência de pensamento gera revolta nos mais velhos, que confundem “curtir a vida” com vagabundagem.

O mundo não para de mudar e sem dúvida vai ficar cada dia mais fácil. Em países realmente ricos, os jovens não pensam no amanhã, podem se dar o luxo de viajar ao redor do mundo por anos e voltar para casa sem nenhuma preocupação. Podem fazer o que bem entender, andar de skate, jogar videogame ou ir para boate pelo resto da vida, e tudo isso será pago por um subemprego de meio período, muitas vezes trabalhando poucas horas por semana.

O nova geração não tem amarras, nem preocupações e prezam a felicidade em primeiro lugar. Bem vindo a uma sociedade efêmera, que se preocupa apenas com o agora, acredite, isto não é ruim!

Obs: a vida (ainda) não está fácil para os países pobres, mas isto vai mudar na velocidade da luz…

Roberto Pantoja

Nestes últimos anos algo me chamou bastante atenção, todas as vezes que frequentava lugares como shoppings, restaurantes ou qualquer outro centro de consumo, me deparava com pessoas conhecidas. O que me surpreendeu é que agora não vejo mais ninguém conhecido, pelo contrário, vejo uma multidão de pessoas que nunca ví na vida.

Demorei a entender o que estava acontecendo, em Brasília, no Brasil e no mundo. Entendi, que agora um número enorme de pessoas entraram no mercado consumidor, pessoas que ficavam em casa porque não tinham condições financeiras de frequentar um shopping ou um restaurante. Estas pessoas sempre existiram, mas agora são consumidores e isto deu uma falsa impressão de que as cidades brasileiras estão super povoadas. Não acredito que isto aconteceu graças a algum processo populista do nosso ex presidente (Lula da Silva), mas que a tecnologia facilitou o desenvolvimento humano. Estamos vendo uma evolução na Terra como nunca antes, o pobreza está sendo eliminada do nosso planeta e o mercado consumidor está crescendo sem parar.

O desafio deste novo século será abastecer todo este novo mercado consumidor sem destruir o nosso planeta, não tenho dúvida que este problema será resolvido rapidamente, claro, graças a tecnologia.

Roberto Pantoja

Comer, Rezar e Chorar!

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O filme “Comer, Amar e Rezar” é a pior adaptação feita para um livro da História, beira o absurdo, é capaz de ser pior que Crepúsculo! O filme não tem alma, não tem sentimento, não passa nada, e pior, Julia Roberts, com uma atuação sem graça, sal, carisma, sem nada!

Tenho pena de quem leu o livro e viu o filme, e tenho mais pena de quem não leu o livro, pois viu um filme sem pé nem cabeça, com um roteiro sem sentido, com uma direção completamente confusa, com frases jogadas ao ar e com atuações medíocres.

O livro te prende, te emociona, te faz vibrar, mas o filme não chega perto de qualquer sentimento, talvez de vergonha alheia. O máximo que o filme consegue arrancar é um sorriso de canto de boca, e somente nos momentos que te lembram o livro.

Não da para acreditar que momentos tão pessoais de Liz no seu banheiro falando com Deus, tenham se resumido a uma cena tão ridícula, ou momentos conturbados de sua vida com seu namoradinho ator e nas suas tentativas de se matar tenham se resumido há atuações e diálogos tão pobres. Uma pena!

O filme pode ser deletado do cinema, um exemplo perfeito de como estragar um livro, preferia não ter visto! A única coisa que salva o filme é a fotografia, mas você não precisa perder seu tempo e dinheiro para isso!

Roberto Pantoja (Demorô)

A Microsoft vai lançar em novembro deste ano um bom motivo para você comprar um videogame, confira a propaganda do acessório Kinect para o X-BOX 360!

Roberto Pantoja (Demorô)

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Uma discussão muito comum no mundo acadêmico, é a possibilidade de existir um empreendedor por formação. A própria História e mesmo a família insistem no empreendedorismo natural, um indivíduo nasce com um vontade de mudar o mundo, um vontade de se arriscar. O empreendedor por formação parecia não existir.

Tenho como prova contrária a minha vida, pois a minha família e a própria sociedade sempre esfregaram na minha cara que o empreendedor era algo, até mesmo, genético. Relacionado a “raças” específicas, como os árabes e judeus. E em última instância eram filhos de empreendedores, que por muitas gerações viveram do comércio. Hoje sei que isso não existe, pois não sou judeu ou árabe e nunca tive qualquer vontade de empreender na infância.

O ato de empreender aconteceu na minha vida no mesmo momento que a questionei, e com muitos anos de estudo no assunto, comecei a me arriscar, não foi um momento natural, mas um momento de aprendizado. Aprendi a empreender, lí muito para isso e fracassei muitas vezes para isso.

Hoje acredito, sei, que o ato de empreender é uma ciência, disponível para qualquer um que esteja disposto a aprender. Não preciso de teorias para negarem um sentimento que existe dentro de mim, empreender não é algo natural, como nada na vida. Empreender é a união do fracasso, do estudo e do risco. Não acredite em lições pré-estabelecidas, acredite em você.

Roberto Pantoja (Demorô)

Probabilidades da vida…

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Qual a probabilidade de nascer na Park Av. em New York? Uma em seis bilhões? Uma em 100 milhões? Qual a probabilidade de nascer em uma família extremamente rica?

O mundo é formado de que? Sorte? Destino? Estátistica? Será justo julgar alguém por nascer no lugar errado e no tempo errado? Será justo julgar qualquer ser humano? Será, que se você nascesse no lugar errado e na hora errada seria diferente? Ou será que roubaria da mesma forma?

Difícil mesmo é pensar nas probalidades da vida, mesmo que existam vencedores, será que não existe qualquer “razão” para que estas pessoas atingissem seu objetivo? Um tio, um amigo, alguém que iluminasse este caminho?

Não acredito que alguém seja mal por natureza, não acredito que Deus seria injusto a esse ponto, acho, creio que Deus está muito acima disso. Acreditar que alguém nasce mal e merece seu destino é algo muito mundano, muito terreno.

Não acredito que mereço meu destino, acredito que na matemática da vida tive muita sorte, de nascer na hora e no lugar certo, e tenho plena convicção que teria uma vida completamente diferente se o momento fosse diferente, muitas vezes apenas com um ano de diferença.

Por isto e por diversas razões não acredito em julgamento, não acredito que alguém mereça ser preso ou subestimado, acredito que a probalidade da vida foi injusta, apenas isso. Logo, nunca, jamais julgue alguém por fatores naturais, não pense que um homem que mora na rua teria um “destino” diferente, acredite, se você estivesse no lugar dele, com toda certeza teria a mesma história.

O mundo é feito de probabilidades e a chance de você ter a vida que tem, deve ser uma em um milhão, por isto respeite e de toda atenção que qualquer ser humano merece, pois a probabilidade dele foi apenas maior do que a sua!

Roberto Pantoja (Demorô)

Jornalismo e tecnologia.

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A empresa Next Media de Taiwan está usando a tecnologia para inovar o jornalismo. O seu dono Jimmy Lai teve a idéia de colocar as principais notícias em computação gráfica, em CGI, e desta forma está revolucionando tele-noticiário. Com o uso de captura de movimento são criados notícias em 3D, que tornam as notícias mais atraentes para os jovens e para todos.

A tecnologia está a cada dia mais barata e filmes que duravam anos e milhões de dólares para ficarem prontos, são feitos em menos de 4 horas nos estúdios da Next Media. Eles escolhem a pauta do dia, fazem tudo e no final do dia o video está no ar para todos verem. Será isto uma revolução ou o último suspiro do velho jornalismo, da velha mídia? Confira a reportagem completa sobre a Next Media.

Roberto Pantoja (Demorô)

O mundo mudou muito nos últimos cem anos e o grande fomentador deste desenvolvimento foi a tecnologia. Ferramentas como a internet, disseminaram o conhecimento e tornaram um número enorme de humanos em verdadeiros gênios. As indústrias produzem como nunca e os produtos e alimentos ficaram baratos demais, e principalmente abundantes. Um pessoa comum, que mora em um país desenvolvido, não faz idéia do que fazer com tantos produtos. Atualmente, o número de variações são tão grandes que um simples iogurte têm até 30 diferentes sabores em um supermercado americano, sabores exóticos e misturas como morango com banana.

A tecnologia não trouxe somente variedade, mas principalmente qualidade! Hoje o carro mais barato possui todos os acessórios que jamais sonhamos e ainda possui um designer de cair o queixo. Tudo isso e a crise do petróleo de 2008 nos fez repensar o consumo… hoje temos a consciência de que fica muito difícil se destacar das outras pessoa com bens de consumo. A pessoa que tem pouco dinheiro tem acesso a bens, quase, idênticos de quem têm milhões na conta bancária. Repensamos o termo ˜comprar˜, na primeira vez que compramos um celular, o melhor fazia muita diferença, mas agora qualquer celular é excelente. Consumir como antes não faz o mesmo sentido, nem para nós e nem para o meio ambiente.

Acredito que estamos chegando a uma nova era, em que iremos consumir apenas e somente o necessário, aquilo que realmente faça sentido na nossa vida. Tudo o que aconteceu até agora foi uma necessidade humana, um aprendizado, precisávamos passar por este consumo desenfreado para entender que isto é ridículo, que nada agrega a nossa vida. Já entendemos que um carro de um milhão de dólares só nos satisfaz por alguns meses ou talvez semanas, mas depois aquele carro nada mais é do que um carro, a função é a mesma.

O ser humano está se dando conta que está se enganando, procurando felicidade e válvulas de escapes nas coisas erradas. Teremos luxo e conforto, pois a tecnologia e o mundo só tendem a melhorar, mas não teremos mais esta ânsia louca por consumir algo que não precisamos. Ser feliz não é uma comparação, a felicidade não é um bem a ser adquirido. Bem vindo ao futuro do consumo, o ato de não consumir!

Roberto Pantoja (Demorô)

O atual inglês, mais famoso do mundo e criador do programa UK X Factor, Simon Cowell, consegiu mais uma vez criar um fenômeno na internet. Confira o video abaixo o video que já recebe mais de 100 mil visitas por dia no You Tube!

Roberto Pantoja (Demorô)

Uma espécie de ONG, Inside Google, está tentando denegrir o nome Google, graças as constantes violações de privacidade de seus clientes. O empenho é tamanho que criaram uma animação em 3D e estão passando 24 horas em pleno Times Square, pelo visto o Google é a nova Microsoft, empresa “da hora” para odiar!

Site da Inside Google:

http://www.insidegoogle.com/

Roberto Pantoja (Demorô)