lixo

Não é novidade que a Inglaterra enviou contêineres repletos de lixo para o nosso lindo Brasil, o que é novidade é que entramos para um comércio há muito famoso, a globalização do lixo. Esta prática é usual há anos, os países europeus a utilizam para exportar lixo atômico e grandes tranqueiras, como gigantes velhos navios para os “ferros velhos” na Ásia. Estaleiros enormes que desmancham o lixo do primeiro mundo.

Há também os famosos desmanches de materiais de informática, toneladas de placas-mães, processadores e HDs, que também são enviados para a Ásia (as larvas do mundo) pelos países desenvolvidos. Lá eles derretem os objetos e retiram as peças valiosas. Um negócio como qualquer outro, gerador de lucro, tão sujo quanto as armas, as drogas ou hollywood.

A globalização do lixo vai a lugares inimagináveis, graças aos detritos lançados todos os dias nos oceanos ao redor do mundo. E como infelizmente o mundo é redondo, existem relatos de embalagens da Córeia do Sul no litoral baiano e gigantescas ilhas de lixo na costa do Alaska, mas isto é uma outra história…

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Não gostou do que leu? Experimente sujar menos!

Roberto Pantoja (Demorô)