
A liberdade sexual começou desde o início do século passado com o avanço dos direitos da mulher, depois veio o lema “paz e amor” dos hippies na década de 70, e agora? O mundo abriu as pernas, literalmente, nunca se teve tanta liberdade sexual. O bissexualismo está crescendo de maneira assustadora e o homossexualismo nunca teve tanta exposição, até mesmo em países religiosos e conservasdores como o Brasil. Em qualquer centro urbano brasileiro já é possível asssitir pessoas do mesmo sexo beijando-se. Algo impensável há poucos anos.
O homossexualismo masculino ganhou espaço quando celebridades se assumiram, principalmente com a tragédia da AIDS nos EUA. Recentemente as lésbicas ganharam espaço quando Elen DeGeneres, Anne Heche e Rosie O´Donnell assumiram sua sexualidade. A liberdade sexual deixou de ser tabu e agora está em todas as mídias. O Beija Sapo da MTV já teve episódios gays e a propaganda do Vectra GT passou no horário nobre mostrando um casal de mulheres se “pegando”.
O exemplo mais chocante da TV é o reality show da MTV americana A Shot at Love. Nele a modelo e cantora Tila Tequila tem que escolher entre 32 participantes, dentre eles homens, mulheres, gays e lésbicas, para ver com quem vai ter um relacionamento. Só que antes dela escolher, vai experimentar a todos muitas vezes ao dia.
A liberdade sexual tem vários aspectos positivos, mas parece que deixou de ser uma escolha e está virando moda. Vários adolescentes que sabem a sua sexualidade estão experimentando o bissexualismo para se integrar, o que não é bom. As pessoas devem acabar com o preconceito, mas não devem mudar seu comportamento sexual para ser aceito, afinal existe um limiar entre a liberdade sexual e a promiscuidade.
Roberto Pantoja (Demorô)