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karl marx

Esquerdistas adoram criticar o capitalismo, o livre mercado, os empresários, as marcas; e usam termos complexos como: manipulação das massas, indústria cultural e mazelas sociais. Estes tipos somente falam, pois se fizessem alguma coisa, os países nos quais habitam já teriam mudado há muito tempo.

Bill Gates é um homem de ação, não fala, faz; e por isto criou a ONG “The Giving Plegde”, que tem como objetivo convencer pessoas com muito dinheiro, principalmente bilionários, à doarem a maior parte de suas fortunas em vida. O projeto foi tão bem sucedido que já conta com uma lista de 30 dos homens mais ricos do mundo.

Antes que algum hiponga fale alguma coisa, os EUA só aceitam, por lei, que uma empresa doe até 5% do seu imposto anual. Ou seja, estas pessoas doam para ajudar ao próximo e não para ter desconto nos impostos como muitos adoram falar. Acredite, existe altruísmo, existem pessoas boas que querem o bem para o mundo.

O que Bill Gates fez com o seu projeto “The Giving Plegde” é um soco no estômago dos ditadores comunistas, como: Fidel Castro, Evo Morales, Hugo Chávez e Lula. Pessoas que só roubaram o seu povo e deram exemplos negativos para o mundo. Bill Gates, diferente deles, está guiando a humanidade para um futuro de igualdade e oportunidades. O número de boas ações feitas pela Fundação Bill & Melinda Gates são incontáveis e maiores do que qualquer pessoa ou nação foi capaz de fazer, um dia pesquise.

Ele e sua esposa, Melinda Gates, são responsáveis pela Bill & Melinda Gates Foundation, instituição de caridade fundada em 1994. Focada em áreas tão diversas como aumento do nível escolar e cura de doenças simples em países pobres, é provavelmente a fundação de caridade de maior contribuição ao planeta de toda a história.” Fonte: tecnocrata

Site The Giving Plegde:

http://givingpledge.org/#enter

Roberto Pantoja (Demorô)

marketing

Uma coisa que os americanos descobriram há décadas foi que um país se constroi com… marketing! Os pilares de sustentação dos Estados Unidos e do capitalismo são, sem dúvida, as teorias do marketing. Um negócio e um país não existem sem divulgação e principalmente de como é feita essa divulgação. Os exemplos na América são milhares, desde filmes ruins de Hollywood que tem trailers incríveis até a polícia de New York que vende produtos lecenciados há 40 anos para ajudar nas despesas.

Visitando os norte-americanos abservamos as diversas maneiras inteligentes de ganhar dinheiro, sejam os estúdios de televisão de vidro na Times Square, sejam os observatórios pagos no topo do Empire States. Os exemplos estão por todas as partes, sabem ganhar dinheiro de todas as formas possíveis, de mídia espontânea à virais. Todos os países do mundo poderiam aprender com os EUA, muitas vezes apenas os copiando.

Percebo a carência do Brasil neste ramo, assisto a filmes bem produzidos e de bom gosto com um trailer sem nenhum apelo, universidades públicas que não conseguem arrecadar dinheiro e diversos pontos sem sequer uma publicidade. O mundo deveria parar de denegrir os americanos e passar a admirá-los e assim crescer com eles.

Roberto Pantoja (Demorô)

 

A atual fórmula do mercado de consumo funciona exatamente como o tráfico de drogas, o comércio de alucinógenos não acaba porque existe um número crescente de consumidores e o mercado de produtos baratos só existe graças ao consumo desenfreado.

 

O sistema funciona de maneira simples, a maioria dos países tem acesso a produtos baratos e o salário é suficiente para a compra dos produtos úteis em poucos meses, depois as pessoas não sabem o que fazer com o dinheiro, aí começa a venda dos produtos inúteis. São escadas diferentes, mangueiras dobráveis, celulares, videogames e etc. O consumo desenfreado, na verdade, é igual ao consumo de drogas, serve para preencher uma lacuna emocional. O ser humano não entende o mundo e nem a si mesmo, assim precisa de “hobbys” para ser feliz. 

 

Durante anos criamos diversos vilões para culpar, como a indústria cultural, o “sistema”, o “grande irmão”, o capitalismo, o neoliberalismo, os Estados Unidos, mas o grande o culpado somos nós! As drogas e o consumo burro só existem graças aos estúpidos seres humanos. Abra um livro, abra a cabeça, consuma menos, ou pelo menos de maneira inteligente, não use drogas e só assim o sistema vai mudar. 

 

Roberto Pantoja (Demorô)

 

brasil

O Brasil sempre seguiu uma política de Estado medrosa, nunca quis arriscar. Durante décadas o país não mudou praticamente nada, teve a sorte de ter nascido livre, de ser capitalista e, se não fosse isso, seria uma outra Cuba. Na verdade o que vimos nos últimos anos ocorreu graças ao enorme crescimento do resto do mundo, fazendo o país crescer. Este foi empurrado, obrigado, mas se tivesse a oportunidade ficaria no mesmo lugar, como sempre o fez.

 

Dentre as políticas de Estado, temos como exemplo o alto imposto para o combustível e o protencionismo. Durante toda a nossa história temos a gasolina com a tabela mais cara do mundo e os produtos manufaturados idem. O país sempre levou como meta o atraso e sua elite e políticos sempre estavam de olhos fechados, seja por comodidade seja por ignorância. 

 

Agora aconteceu o inesperado, uma crise em proporções colossais. A ganância humana mudou a cara do mundo, a corrupção levou todos os países a se preocuparem com o consumo e com seu próprio umbigo. A globalização deu lugar a uma desglobalização e assim os países tomaram medidas desesperadas, como a intervenção do Estado. Agora é de praxe o protencionismo e os altos impostos para o combustível, um pela crise econônica e o outro pela consciência ecológica. O resultado é que as pessoas tem a falsa impressão de que o Brasil sempre esteve certo, quando na verdade estava o tempo todo na contra mão do mundo; durante tanto tempo que a sua mentira virou verdade. Abra os olhos, sempre estivemos errados e agora o mundo está.

 

Roberto Pantoja (Demorô)

 

Crise?

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crise de 2008

Brasileiro ama uma crise, adora um drama. O “global meltdown” é algo psicológico para muitas pessoas, principalmente para grande parte da população brasileira. Esta que não se afeta, em quase nada, com a crise e principalmente não sabe  ao menos do que se trata. Aí corre o perigo, as pessoas se afetam com algo que não compreendem, com rumores. Deixam de consumir, afetam o comércio e então a crise torna-se real.

 

A maior crise é a crise da informação, que é mal propagada. O mundo inteiro está sofrendo do mesmo problema, da má informação, da inrresponsabilidade dos meios de comunicação. Isso também deveria dar cadeia e não só a prostituição do capitalismo, causa da crise. O jornalismo é tão culpado quanto os corruptos de Wall Street, os dois deveriam pagar por tudo isso. Feliz crise psicológica de 2009!

 

 

Roberto Pantoja (Demorô)

A voz do Brasil.

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A Voz do Brasil!
Mesmo que nos autoproclamamos uma democracia capitalista, não nos vejo como tal. O Brasil vive uma pseudo democracia e um pseudo capitalismo. Vivemos em uma nação com mínima liberdade de expressão, onde as maiores empresas são estatais e os cargos mais almejados são públicos.

 

A maior prova que vivemos em um país com raízes socialistas, disfarçado em uma democracia populista é “A Voz do Brasil”. Um noticiário diário, público e obrigatório nas rádios. Sem contar os outros braços do Estado inseridos dentro do jornalismo nacional, pagos com o nosso dinheiro e sem a nossa autorização.

 

O governo brasileiro está aumentando seus tentáculos distribuindo cargos públicos e assim dificultando a vida dos que tentam a iniciativa privada. A única solução para muitos é tornar-se funcionário público, emprego que promete estabilidade financeira. Assim o Estado desestimula propositalmente as ambições dos jovens. Pessoas brilhantes que vão ter seu brilho apagado nos corredores cinzentos das instituições públicas. Essa é uma forma de manipulação que a grande massa nem sequer compreende e entra sem pudor neste círculo vicioso.

 

O futuro de um país que aumenta o poder público e nega oportunidades é desastroso. Os anos vão passar e nem vamos sentir, afinal estamos e vamos continuar parados no tempo.

 

Roberto Pantoja (Demorô)

Cinco anos em cinquenta.

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50 anos em 5
Viaje, conheça o mundo. Esse é o melhor conselho que posso dar para quem defende o Brasil. O mundo gira e gira rápido, conheça os países e veja mudanças, veja o futuro na sua frente. O futuro está nas conversas, nas roupas, na música e na televisão. Vivemos no passado, estamos atrasados até mesmo nas nossas ambições, até mesmo nas profissões que almejamos. 

 

O Brasil fica parado, mas finge que anda, o crescimento do PIB nos últimos anos só existe pela demanda de commodites e não porque o país realmente cresceu e/ou mudou. O nosso país não cresce porque temos um Estado fajuto, universidades fajutas e principalmente um discurso fajuto. Enchemos a boca para falar que aqui é o melhor lugar do mundo, isso só vale para quem não conhece o mundo, ou então para quem o viu de olhos fechados. 

 

Se voce quer ver alguma mudança, primeiro deve admitir que esse país não tem futuro como funciona, deve se olhar no espelho, ser autocrítico. Não adianta fingir que está tudo bem, que estamos no caminho certo, que alguma coisa mudou, isso é papo furado. O Lula não foi a melhor escolha, não é um bom presidente e não é culpa dele que a economia melhorou. Precisamos de mudanças radicais, precisamos fugir de populistas, precisamos de um político agressivo, de um capitalista. 

 

Mais uma vez esqueça esse discurso de esquerda, comunista. Somos o único país democrático do mundo em que os economistas defendem as políticas de Cuba e da Venezuela. Acredite, alguma coisa está errada, esse discurso esquerdista é infantil. O tempo passou e nada aconteceu, chegou a hora de mudar! Abra sua cabeça, conheça o mundo, ele é bem maior do que o seu orgulho de ser brasileiro. 

 

Roberto Pantoja (Demorô)

Vida fácil.

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easy life
Demorei muito para entender o comportamento de estrangeiros de nações desenvolvidas, muitas vezes os julguei irresponsáveis. O tempo passou, aprendi um bocado de coisas e só agora entendo o porquê.

 

Uma nação desenvolvida dá condições de você ser praticamente o que bem entender. Você gosta de skate? As melhores pistas, os melhores instrutores, patrocinadores, campeonatos e etc. Você prefere ser músico? As melhores escolas, shows com os melhores artitas todos os dias, concursos, premiações, patrocinadores e etc. Cientista? As melhores universidades, bolsas de estudo, as melhores bibliotecas, os melhores laboratórios e etc. Você prefere não fazer nada? Tudo bem, você pode viver por conta do Estado, com direito a um apartamento e mesada. Claro que as regalias diferem de país para país, o que não muda são as condições para o desenvolvimento humano.

 

Um país justo é um país que dá oportunidades, onde a vida é fácil, onde seus habitantes não tenham preocupações quanto ao seu futuro. Agora pense no Brasil, no que ele facilita a sua vida? O que te proporciona? Qual futuro você vê para você? Só ainda não entendo uma coisa, porque continuamos a defender o Brasil?

 

Roberto Pantoja (Demorô)

Ame-o ou deixe-o.

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Poor Brazil

Esse jarguão, utilizado durante muitos anos pelo Governo Brasileiro como propaganda política, simboliza a nação em que vivemos. Um país de esquerda, populista, formado por uma elite egoísta e principalmente ignorante.

Infelizmente nossa elite econômica e intelectual ainda acredita em uma igualdade social baseada em políticas de Estado socialistas. Temos uma falsa impressão que o caminho das pedras esta em Hugo Chaves ou Fidel Castro.

Somos cegos e ressentidos com o capitalismo americano. Não enxergamos algo tao óbvio: só existe igualdade social com abertura de mercado e investimento estrangeiro. Esquecemos que com o protencionismo das nossas elevadas taxas de importação, nossas empresas não competem, porque não tem com quem competir e assim não crescem.

Com uma política imbecil, mas que funciona, o país divulga uma brasilidade, um orgulho, que só existe na cabeça do brasileiro. Assim a população sonha com um futuro que nunca vai existir, um primeiro mundo inalcansável, enquanto o governo engana à todos distribuindo “pão e circo” com concursos públicos e “vale” alguma coisa.

O Brasil é mesmo uma terra de tolos. A grande massa é ignorante e facilmente manipulada, assim como a elite, que é pior, pois só pensa em um lugar de prestígio no governo. Não somos tão diferentes da antiga Rússia, todos sonham em mamar nas tetas do grande Estado, vivendo como czares às custas dos impostos pagos com o suor das massas.

Acredite em vida inteligente, deixe o Brasil.

Roberto Pantoja (Demorô)

Andava pelas ruas de New York e parei em uma banca, estranhei a publicação que ví, chamava-se High Times. Para quem não conhece, trata-se de uma revista que fala sobre drogas, principalmente, maconha. Conta todas as novidades, ensina a plantar e premia as fotos com os melhores pés de maconha enviadas pelos leitores. Isso é democracia!

 

Em Los Angeles, resolvi comprar um celular, fui à uma loja especializada, perguntei o preço, custava 25 dólares. Entreguei o dinheiro com uma mão e recebi o aparelho com a outra. Ainda recebi dez dólares de crédito para fazer ligações. Não precisei mostrar nenhum comprovante ou qualquer tipo de identidade. Isso é democracia!

 

No meio oeste americano existe uma igreja chamada “Igreja Mundial do Criador”. Seus seguidores acreditam na soberania da raça branca e fretam excursões para disseminar o ódio. Costumam ir à enterros de soldados que estavam na guerra do Iraque e levam placas do tipo “Ele mereceu morrer!” e “Vai direto para o inferno”. Isso é democracia!

 

Em Miami, estava no supermercado e ví uma revista de fofoca muito diferente. Ela humilhava as celebridades, tinha um ranking das mais feias e dos que têm o corpo mais caído. E pior, inventava notícias. Isso é democracia!

 

No centro de Manhattan, exatamente no Times Square, quase todos os dias aparece um sujeito negro que leva consigo um palanque e um sistema de som. Fica xingando os brancos que passam e fala da superioridade negra. Isso é democracia!

 

Claro que nós brasileiros achamos um absurdo tudo isso, afinal isso é inconcebível para a nossa cultura. Isso acontece porque não vivemos em um país realmente democrático, não entendemos nem mesmo como funciona e preferimos falar mal dos Estados Unidos. Na verdade falamos um bando de bobagem por não entender ou por pura ignorância em relação ao país. Não importa se a opinião está errada ou não, o que importa é você ter a liberdade de ter opinião. Um dia chegamos lá! 

 

Demorô (Roberto Pantoja)