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Poema

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O futuro vem chegando, mas cade a evolução? Vamos procurar dentro de nós. A evolução vem da atitude de cada um. Vamos buscar algo melhor para todos. Cuminando em um bem comum. Acabar com o preconceito, a desigualdade de oportunidades. Quando falo em desigualdade de oportunidade quer dizer: saúde, segurança, alimentação, moradia, educação. Direito de todos os seres humanos assegurado pela constituição brasileira que só se cumpre no papel. Falta externá-los à pratica. Cabe a todos e isso é evolução! 

 

VINTE DE NOVEMBRO

 

O que é isso?

Vamos reagir

Botar esse país no topo

Acabar com o estupro social

Contra o povo

Transformar o parcial em radical

Assassinar a corrupção

Destruir a escravidão

Que por lei acabou

Mas que ainda existe

Como preconceito

 

Estaguinado o monopólio político

As oligarquias agrícolas

Os latifúndios mais obscuros

Desocupados, desprodutivos

Não ao desvio!

Sou a favor da produção

Sim às oportunidades igualitária

Vamos lutar pela reforma agrária

 

O voto direito, direto

Vamos lá! Votar para vencer

Dizer a todos o poder do povo

Gritar aos quatro ventos

Mudar o conceito de dominação

Vencer a contradição

Democracia não pode ser para poucos

A vida sem miséria, a doença com cura

A alienação com solução, o dia sem culpa 

Daniel Gurgel

Desigualdade

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Desigualdade

 

A falta de perplexidade

Das pessoas me faz chorar

O dia passando me faz lembrar

A noite clareando me faz pensar 

 

O que será de todos se o mundo

Não mudar para melhor

Se a fome come os destroços

E o nome é desigualdade 

Que a verdade se opunha

À frente da minha mente

Não deixe corromper

Muito menos me fazer

Resto do mundo capitalista

Que não posso sair

Quero lhe pedir:

Tire-nos dessa lista

De nomes falsos

De ideologias imaginárias

Do consumismo barato

É nosso país

Que amo e idolatro

 

As terras de poucos

As mãos calejadas de muitos

Fazem do nosso Brasil

Um ar senil

De lepra e desgosto

Que é o asilo proposto

 

Trabalho

 

 

Os três poderes

Tornaram-se três prazeres

Formando a baderna

Da história mais moderna

Uma social monarquia

Um mundo que não poderia

Existir em prática

E a minha temática

Cada vez mais anti-ética

Usando da minha poética

Tentando socializar uma parcial

Forma totalmente patética

A filosofia capitalista

Que aumenta o lucro

De quem não precisa mais ter

E o povo não deseja ver

A minoria ganhando o mundo

De mão beijada

E a maioria

De mão calejada

Lutando por um espaço

No cansaço

Do trabalho

Mal pago

 

 

Daniel Gurgel