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O autor Gladwell já apontava em seu livro que um formador de opinião pode ser o ponto da virada da sua empresa, mas como identificá-lo? Basta encontrar um pessoa carismática com um número absurdo de amigos, certo? Não, um formador de opinião não é uma pessoa que conhece superficialmente uma porção de pessoas, mas sim o que as influência a consumir, mas como encontrar um? Fácil, use a ferramenta social chamada Facebook!

No Facebook existe uma porção de pessoas que adicionam outras sem uma razão lógica e desta forma criam uma porção de vincúlos inúteis, mas existem outras pessoas que também têm vários amigos online, mas que a opinião serve como base para o consumo de seus amigos. Para identificar estas pessoas basta prestar atenção no “wall” (mural) do Facebook, nele você irá encontrar “posts” (comentários) irrelevantes e que são classificados de maneira completamente diferente por seus usuários. Enquanto um “bom dia”, a amenidade mais inútil da rede social, é 100% irrelevante para a maioria dos usuários do Facebook, quando utilizada por um formador de opinião vira um acontecimento!

Um “carismático online” escreve comentários sem qualquer apelo e os transforma em um debate. São aqueles que colocam uma música ruim ou um comentário sobre seu dia a dia e recebem dezenas e dezenas de comentários. Procure estas pessoas, elas são vitais para o crescimento do seu negócio e são a forma mais barata de marketing. Peça ou pague pela palavra destas, para influenciar seus consumidores! Entre agora no Facebook e boa sorte!

Roberto Pantoja

Empreendedor, especialista em marketing online, mídias sociais e proprietário da

MidiaMaxx -http://www.midiamaxx.com

Twitter: @demoro_com

marketing

Uma coisa que os americanos descobriram há décadas foi que um país se constroi com… marketing! Os pilares de sustentação dos Estados Unidos e do capitalismo são, sem dúvida, as teorias do marketing. Um negócio e um país não existem sem divulgação e principalmente de como é feita essa divulgação. Os exemplos na América são milhares, desde filmes ruins de Hollywood que tem trailers incríveis até a polícia de New York que vende produtos lecenciados há 40 anos para ajudar nas despesas.

Visitando os norte-americanos abservamos as diversas maneiras inteligentes de ganhar dinheiro, sejam os estúdios de televisão de vidro na Times Square, sejam os observatórios pagos no topo do Empire States. Os exemplos estão por todas as partes, sabem ganhar dinheiro de todas as formas possíveis, de mídia espontânea à virais. Todos os países do mundo poderiam aprender com os EUA, muitas vezes apenas os copiando.

Percebo a carência do Brasil neste ramo, assisto a filmes bem produzidos e de bom gosto com um trailer sem nenhum apelo, universidades públicas que não conseguem arrecadar dinheiro e diversos pontos sem sequer uma publicidade. O mundo deveria parar de denegrir os americanos e passar a admirá-los e assim crescer com eles.

Roberto Pantoja (Demorô)

Me escutem: sou amador!

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Presidente Lula em cima do palanque, discursando com a sua maior marca registrada, o português errado. Todo engravatado, barba feita, terno da moda, mas com a mesma essência, a de um semi-analfabeto. Tudo bem ele é esperto, muito esperto, afinal é o presidente e não eu. Logo começa seu discurso, seguido por muitas vaias. A primeira reação fica por conta de um assessor, muito irritado, faz pouco caso das vaias. E depois para a surpresa de muitos, não para a minha, o próprio presidente aponta e ridiculariza os manifestantes. E usa como argumento alguma de suas baboseiras sem nenhum embasamento, outra marca registrada sua. Em mais uma de suas tentativas para que alguém de ouvidos ao seu PAC, plano de aceleração do crescimento. País esse que vem crescendo em uma média razoável, na mesma linha de países como o Haiti.

 

O interessante desse exemplo verídico é que começamos de cima, no mais alto escalão, o manda-chuva do país. Ele é o melhor exemplo do amadorismo do nosso governo, estou falando do despreparo das pessoas que ocupam cargos nesse país. Esse que não escolhe funcionários por meritocracia, mas sim por concursos públicos de classificação aleatória ou por indicação de amigos no poder. Vide os responsáveis pela ANAC, que são excelentes profissionais em relações interpessoais, mas não entendem nada de sistema aéreo. E todos com cargos fixos por muitos anos, demissão só com renúncia, exemplos muito praticados em ditaduras.

 

O mais interessante e o mais engraçado é quando surge algum problema nos poderes públicos. E nessa hora é designado um porta-voz para falar do ocorrido ou algo do gênero, normalmente morro de rir, parece piada. Aí é asneira atrás de asneira, e o poder público não faz idéia de que aquele indivíduo nada mais é do que um representante dele mesmo. Logo fica claro que são dois amadores. Provavelmente porque o indivíduo nunca ouviu falar em oratória, expressão corporal e não tem preparo em relação ao assunto ou a organização da qual faz parte. Não culpo os pobres porta-vozes, mas o sistema que usa um mêtodo tão absurdo para ocupar cargos. Coloca um tenente, ou sei lá o que, para ser porta-voz da Aeronáutica na crise dos controladores de vôo, ridicularizando a força aérea. Assessores e um presidente que revidam com grosseria as vaias do povo, ridicularizando o nosso pais. 

Roberto Pantoja (Demorô) 

Crítica. Única maneira de um ser humano se desenvolver, assim como um país. Só se aprende errando. É uma pena que as pessoas desistam depois de cometerem erros, na verdade essa é a hora que tudo se inicia. Não por acaso reservo espaço nesse site para os seus comentários (vocês usuários), muitas vezes toscos. Só assim vou me lembrar do quanto sou burro, e o tanto que tenho que aprender. E é assim mesmo, afinal quando comecei esse site os erros eram ridículos, hoje são patéticos. Aprendi muito, e tudo graças as críticas, minhas e suas. Porque tocar nesse assunto? Porque hoje é um dia de elogiar um negócio fruto de muitos erros, dos outros. Se trata do bar Concentração em Brasília, situado na 209, Asa Sul. Em um deserto de criatividade, surge um disco-bar incrível, por sinal um oásis. Não por acaso virou sinônimo de qualidade a frase: “coisa gringa”. E esse bar é isso mesmo, coisa de gringo, de primeiro mundo. Afinal o Brasil está 50 anos atrasado, exatamente como o seu ensino. Logo como posso pedir para um arquiteto, ou um designer que estudou aqui, fazer algo inovador? Isso é coisa de gringo mesmo, e acredito que os idealizadores desse bar, ou são gringos, ou moraram, ou estudaram fora. É visível. Eles aprenderam o que já é, há muitos anos, regra no mundo desenvolvido: menos é mais. Sabem que o dinheiro não anda na mesma rua do bom gosto. No Brasil materiais caros são referência para sofisticação, no primeiro mundo sabem que o que importa são as cores e a iluminação. Tenham uma aula de bom gosto, visitem o bar Concentração. Espero que sirva de referência ao comércio brasiliense, e seja uma semente de bom gosto nesse cerrado de árvores tortas. 

 

Roberto Pantoja (Demorô)

A propaganda deve sim inovar, estimular, te fazer rir e até chorar. Mas depois de um tempo, enjoa. As campanhas do IESB são fantásticas, acompanhadas com maestria pela agência Fischer América. É o super-homem que atravessou o outdoor, o avião, o homem-aranha, o disco voador e… que saco! Ta vendo como cansa. O IESB agora já conquistou mercado. Em poucos anos já é considerada uma faculdade de primeira linha. Com mensalidades no mesmo patamar que concorrentes com mais de 30 anos de história. O primeiro objetivo já foi alcançado, agora seria a hora da segunda investida. E qual seria ela? Agregar valor! Mais valor. Como? Glamorizando, dando prestígio, focando no “método de excelência”, viu como ficou bonito? A sociedade evolui, assim como a publicidade, que é uma ciência humana, mutante, nunca exata. Uma campanha direcionada ao ensino em si, a prática é ótima, mas a teoria que acompanha as grandes instituições. MIT, Harvard, Yale, Michigan, Sorbonne, Oxford, etc. Todas investem nas cores clássicas, no valor do ensino, no peso da tradição, na história. Tudo bem que o IESB tem uma história mais curta que a de um muleke de 12 anos, mas e daí? Sua campanha pode mudar isso, compensar. O mundo gira todos os dias somente para te lembrar de seguir em frente.

 

Roberto Pantoja (Demorô)

Sabin versus Exame

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Qual a importância da um laboratório que faz exames médicos? E da publicidade? Os laboratórios concorrentes “EXAME” e “SABIN” fazem anúncios bem distintos, mas com um mesmo objetivo: vender mais exames! Um acerta em cheio, o outro erra feio. Afinal qual é o real objetivo da propaganda? Vários, o principal: vender! Ganhar dinheiro. Isso mesmo sou capitalista. E você? Otário? Na venda se tem duas opções: ou se vende o produto ou o sonho realizado de obtê-lo. Qual é a melhor? A segunda opção. O nome para isso é: “agregar valor à marca”. É uma boa tática, mas normalmente mal empregada. Afinal certos produtos não têm muito valor a ser agregado, ou são bem mais difíceis de atingir esse objetivo. Por isso às vezes é melhor apostar só no produto. Exemplo? Água! Serve para matar a sede e só. Posso agregar valor? Posso, a marca Evian vende a pureza dos Alpes Suíços, e não água. Agora imagine transformar um produto desses em um sonho, imagine o preço. É bem mais fácil vender água mesmo. Exame médico é como água, é melhor vender exame. O laboratório SABIN anuncia de forma brilhante, vende precisão. E é exatamente o que quero, ter certeza se o meu sangue está contaminado ou não. Já o laboratório EXAME anuncia de forma… inusitada. Vende arte! Arte? Não me interessa arte. Estou preocupado com a minha saúde. Não se médicos escandinavos vão me atender. O mundo está infestado de publicidades ruins. O cara que vende sonho na hora errada e transforma o seu investimento em um pesadelo. É como jogar dinheiro no lixo, na maioria das vezes é o que uma empresa faz ao investir em propaganda.

 

Roberto Pantoja (Demorô)

Lição de moral

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Agora temos lição de moral até na TV. Propagandas dizendo o que é certo e o que não é. Esse é o papel do governo? Da sociedade? Da família? Conturbado esse mundo em que vivemos, não sabemos mais quem deve fazer o que. Os pais não tem mais tempo pro seus filhos, não podem educar, não dá tempo. Pronto esses indivíduos, eu e você, seremos criados pelo mundo. Seja isso bom ou ruim. Alguns terão sorte e quem sabe aprenderão valores. Outros não. A consequência? Vivemos cercados de animais, sem repeito e nem noção de nada. Quem tem culpa? Ninguém. O que podemos fazer? Com a vida que levamos não podemos fazer nada. Logo tudo virou um caos, exatamente como você está acostumado. Garotos apodrecendo em drogas, se matando a troco de nada. Aí que aparece uma ONG com boas intenções. Vamos levar mensagens positivas, vamos mudar o mundo. Ajude ao próximo, olhe para o lado. Abra a janela do carro. Mensagens na TV. Putzs pura ladainha. 

 

Roberto Pantoja (Demorô)

Pirataria

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A FOX tem uma campanha no mínimo hilária. Começa assim: a sociedade perde, o país perde, você perde… Tudo isso pra te convencer que a pirataria não é legal. Realmente deve existir uns otários que acreditam que a FOX se importa muito com a cidadania. Acontece que ela não dá a mínima pra você. E nem nenhuma empresa. Sempre pense como o dono. A única pessoa que perde é a própria FOX. E não é dignidade, é dinheiro mesmo. Hoje até o papel social é comprado, as empresas e o governo fazem um papel de bom. Mas é apenas um papel, uma representação, só pensam em seus interesses. Alguém tem que ganhar dinheiro. It´s all about money. Eles estão errados? Claro que não. A vida funciona exatamente assim, ninguém dá a mínima pra o que você faz, se tiver dinheiro tudo bem. Fulano é um ignorante, mas é muito rico, logo é repeitado pela sociedado. Fulano estudou a vida inteira, tem dois doutorados, mas é pobre, logo é um fudido.

 

Roberto Pantoja (Demorô)

Quem dúvida da midia?

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Nunca se foi tão questionável o poder da mídia! Pode tanto ser uma enorme ferramenta para o bem, como a pior coisa já inventada pelo homem. Está claro que atualmente a segunda opção prevalece. Por que tocar nesse assunto? Tem a ver com o reféns do Iraque, estrangeiros que estão sendo assasinados diariamente. Muitos que foram para lá apenas para ajudar, participando de ONGs humanitárias. O que mostra o absurdo dessas ações terroristas. E onde entra a mídia nisso tudo? Na divulgação dessas ações, se não dessem importância, não teria comoção pública, logo seriam abandonadas. Apartir do momento que você não divulga essas exigências absurdas, não passa na TV, isso acaba. É exatamente o que os terroristas querem nesse caso, chamar atenção para a causa deles. Enquanto estiver na TV todos vão morrer, e país nenhum vai mudar sua política de Estado por causa de um civil. É a simples falta de ética dos proprietários dos veículos de mídia, que preferem uma boa audiência, mais patrocinadores do que salvar vidas. Se acostume, isso é apenas o mundo em que vivemos! 

 

Roberto Pantoja (Demorô)

O Brasil das bundas!

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Fico impressionado como a publicidade pode ser mal empregada! As pessoas tem uma ferramenta super poderosa e usam prá fazer as mais absurdas asneiras. É aquela empresa que quer porque quer economizar e acaba se queimando apenas prá não gastar uns trocados. Fico me perguntando quem pior usa a propaganda, e com certeza é o governo. Quem já viu coisa mais tosca do que aquela propaganda dos “Amigos da Escola”, aparece um cantor de pseudo-hip-hop-pagode fazendo uns passos ridículos. Daqueles quando você era muleque demais prá ter vergonha na cara. E pior ainda aquela propaganda do cara que fica andando pela fábrica cantando “prá aprender a ler…”, acho que os publicitários do governo ficaram meses fazendo um curso na put…, prá como fazer uma coisa horrível. E cá prá nós, essas propagandas te passam alguma coisa? Alguém aqui se lembra dos “Amigos da Escola”? Só lembro de um babaca catarolando! Nunca entendi essa mania dos brasileiros de achar bonito ser pobre! Pegam um cara miserável e mostram ele bem feliz, não sei se é por ser analfabeto ou se é por não ter dinheiro prá comer. Caramba ser nacionalista não é mostrar os pobres do Brasil sorrindo, nossa cultura é toda baseada em pobreza? Tenho certeza que sim, isso já virou cultural. Eu mesmo tava pensando em fazer um site sobre o Brasil, bem nacionalista mesmo, mostrando o regionalismo e toda essas babaquices. E é incrível como pensei desde o princípio em colocar um bando de pobre rindo. Regionalismo brasileiro é juntar um bando de miserável fazendo rapadura e achando lindo fazer aquele trabalho destestável! Gente isso é feio! Vamos fazer o que? Também não sei, não viram que também cai nessa, caramba foram anos colocando isso nas nossas cabeças! Quando visitei outros países tinha a doce ilusão de mostrar o Brasil como um país rico pros gringos, com prédios lindos e desenvolvido. Hoje penso exatamente assim: tô engando quem? Só a mim mesmo! A minha professora mesmo, um dia falou que os gringos acham que todas as mulheres brasileiras são umas piranhas e que isso era absurdo e bla bla bla! E eu falei no meio da aula “e não são mesmo?”, ela como era de se esperar ficou possessa. E disse que se fosse mais nova e etc, nunca ficaria comigo porque era terrível eu falar uma coisa dessas. O problema foi que ela não entendeu o que eu estava falando, afinal essa é exatamente imagem que o Brasil passa, as mulheres que convivemos realmente não são piranhas, eu e você que estamos aqui na internet, mas elas não fazem parte do Brasil! O Brasil é aquele miserável, cheio de gente pobre que vende seu corpo pro primeiro gringo que oferecer um centavo de dólar. Esse é o verdadeiro Brasil, acredite em mim, você não faz parte dele, por que não teria sequer como ler esse texto! Miserável não tem internet! Apenas 1% da população brasileira tem alguma dignidade, são números do SEBRAE! O verdadeiro Brasil tem um bando de piranhas, é a dura e triste realidade de um país sem futuro como o nosso! Nosso país é mesmo mal visto e grandes merdas ter uns prédios espelhados de azul, em qualquer buraco do mundo tem essas mesmas porcarias, essa arquitetura barata elaborada pelo capitalismo pop americano. Logo vamos mostrar o regionalismo, um bando de gente pobre, umas favelas e etc… A única coisa que sabem de nós é que somos um país perdido lá embaixo no mapa mundi, que perfeitamente seria sede de um Jurassic Park por exemplo! É a maior enganação pensar que temos muito a oferecer e mostrar, realmente aqui não tem nada de interessante e o que tem não podemos nos orgulhar, o nosso regionalismo, o que nos diferencia do resto do mundo é algo vergonhoso! Não é bonito uma favela, ou o sertão! É apenas uma consequência da falta de estrutura social que vivemos! Nosso único diferencial é a nossa miséria! O melhor é não mostrar nada, e trabalhar prá fazer algo que preste e diferente, ajudar a essa gente sem futuro a ter uma vida melhor! Assim quem sabe lembram desse buraco em que vivemos! Eu não tenho orgulho de ser brasileiro, mas juro que quero e vou fazer de tudo prá ter! 

 

Roberto Pantoja (Demorô)