futuro verde

Há oito anos, todos apostavam no fim da velha economia, baseada em produtos e bens reais. Empresas capitalizadas em edifícios sólidos, em arranha céus e produtos reais. Velhos investidores mostraram-se sábios ao alertar que as empresas de tecnologia eram algo fictício. A confirmação veio em 2001, quando ocorreu o estouro ba bolha da internet e as ações da NASDAQ despencaram, aí sim todos passaram a acreditar e respeitar Warren Buffet.

Este ano acorreu o oposto, a velha economia ruiu. Os investimentos sólidos, como o mercado imobilhário e os tradicionais bancos quebraram como gravetos. Os velhos sábios, como Warren Buffet, viraram motivo de piada pela segunda vez e hoje podemos ver com clareza que eles realmente estavam errados. A nova economia está florecendo e a velha está com seus dias contados.

Os jornais e a televisão despencaram sua audiência, até mesmo em países subdesenvolvidos. A internet virou um monstro, devorando todas as fatias de mercado. As empresas de tecnologia, as desenvolvedoras de software (softhouses), os videogames e as empresas de biotecnologia deram lugar as empresas tradicionais. Hoje o capital intelectual  e os Recursos Humanos (RH) são a base de uma empresa.

O mundo mudou e mudou para melhor. O intelecto é a peça fudamental para a evolução da humanidade, os trabalhos básicos estão sendo substituídos por máquinas. O entreternimento, o ócio criativo e a qualidade de vida são as palavras de ordem. A velha mídia e a velha economia vão morrer ou mudar. Os jornais em papel vão acabar, os carros vão sumir e o trabalho manual vai acabar. Esqueça a GM, esqueça o Citibank, esqueça a Shell, são empresas ultrapassadas, sujas e burras. O futuro é verde, limpo e inteligente. Bem vindo.

Roberto Pantoja (Demorô)